Panachu
Como se ver de look com as roupas que já estão no armário
Publicado em 27 de agosto de 2026
Armário cheio e a frase "não tenho o que vestir" no mesmo corpo. A peça existe. A combinação, não. Abrir o guarda-roupa vira sorteio. Comprar mais uma camisa no mesmo tom não resolve. O que falta é ver o look no seu corpo, com a roupa que já é sua, antes de sair.
O Panachu se descreve como guarda-roupa curado por IA e provador virtual. Você fotografa as peças. Um estilista de IA monta combinações. O try-on renderiza você vestindo cada uma. A home é direta: seu guarda-roupa vira catálogo, você vira o modelo.
Isso ainda está em testes fechados. A ação pública é entrar na lista, com desconto de lançamento. Não trate o app da loja como download imediato só porque a landing mostra selo de App Store e Google Play. O bloco de acesso antecipado manda nome e e-mail.
Quatro passos, FASHN.ai e o que já funciona
O onboarding público tem três peças na UI: guarda-roupa, foto de corpo, upload. O texto de produto fecha em quatro passos:
- Uma foto sua, corpo inteiro, fundo neutro. Base de todos os looks.
- Foto das peças no cabide, na cama, do jeito que der. A IA padroniza.
- Combinações por cor, estilo e ocasião. Não é força bruta de todas as permutas.
- Você se vê vestindo cada combinação, no próprio corpo, não num manequim genérico.
A landing lista o que já funciona, no recorte deles: zero estúdio (foto no cabide serve), uma selfie pra paleta de cores, menos de 30 segundos do upload ao try-on, 100% suas roupas (não banco de imagem de terceiro).
A stack anunciada no onboarding: FASHN.ai no try-on, OpenAI no estilista. Isso é fornecedor, não magia. Try-on erra manga, tecido brilhante e pose. A foto de corpo inteiro não é frescura de marketing. Sem tronco e perna, o modelo inventa o caimento.
Além do look do dia, o produto descreve calendário de eventos (compromisso com look pensado pra ocasião) e sugestão sensível ao clima (sem casaco pesado no calor). No plano Free isso não entra. No Premium, sim.
O fundador, Diego Batista, aparece na home com a origem: perdia tempo demais decidindo o que vestir com roupa que já tinha, ouviu a mesma dor em outras pessoas, foi atrás do produto. Trate como história de origem, não como prova clínica de estilo.
Free, Premium R$ 19,90 e a lista
Planos públicos:
- Free, R$ 0: 5 looks por mês, guarda-roupa até 10 peças, modo IA e escolha manual.
- Premium, R$ 19,90 por mês, ou US$ 4,90 por mês fora do Brasil: 20 looks por mês, guarda-roupa ilimitado, calendário de eventos e clima, sem marca d'água, geração prioritária.
Os dois botões da tabela ainda dizem "Entrar na lista". O produto não está vendendo checkout aberto na home. Está vendendo espera com preço anunciado.
App mobile: a landing promete o mesmo guarda-roupa no celular, looks, calendário, sugestão por clima, câmera pra fotografar peça na hora, iOS e Android. Também fala em "offline-first". Enquanto o acesso for lista, isso é roadmap de interface, não o APK na sua mão.
Blog da casa: "em breve". Não cite post que não existe.
O que o Panachu não é
Não é loja. Não vende a camisa. Não é personal shopper humano. Não é garantia de que o tecido vai cair igual na rua. É simulação em cima das suas fotos.
Não substitui espelho, prova no camarim nem costureira. Se a calça já não serve, o try-on não aperta o botão por você.
Quem ocupa um estado no Os 27 está pedindo visita. O mapa e o histórico mostram quem já pagou pra aparecer. Este post só descreve o que o site faz quando você clica.
Se o armário está cheio e a manhã ainda começa no chute, o caminho é o Panachu: foto, peça, look, try-on. Lista de espera agora. Free e Premium com preço na mesa, quando a vez chegar.