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Fazall

Como controlar rebanho com mapa, piquete e sessão de brete

Publicado em 26 de agosto de 2026

Peso no caderno, piquete na foto do WhatsApp e venda numa planilha que só uma pessoa abre. Na pecuária isso vira animal fora do lote, hectare que ninguém sabe se é útil e sessão de brete sem registro. A Fazall mora em app.fazall.com.br. Não é vitrine: é sistema de fazenda de gado. Você entra, confirma o e-mail e o convite da fazenda libera o acesso. O domínio fazall.com.br hoje não apresenta o produto. O que dá para afirmar está na tela de entrada, no cadastro e na interface (mapa, piquete, lote, brete, financeiro e relatório).

O acesso começa no convite da fazenda

A tela de login da Fazall não promete módulo genérico de “gestão rural”. Ela avisa outra coisa: depois de entrar, você volta ao convite da fazenda. No cadastro, o recado é ainda mais específico. Use o mesmo e-mail do convite. Confirme o e-mail. Só então o acesso à fazenda é liberado. Há confirmação por link, aviso para olhar o spam e opção de reenvio. Idioma padrão é português do Brasil, com inglês e espanhol no mesmo formulário. Nome de usuário tem regra curta: de 3 a 30 caracteres, letras, números, ponto e underscore, sem espaço.

Isso descreve um produto de equipe, não um cadastro solto na internet. Alguém que já está dentro da fazenda convida. O convidado cria conta com o e-mail certo. A fazenda não fica aberta para quem descobriu a URL. Na interface há lista de convites, filtro de fazenda e marcação de quais propriedades cada pessoa alcança. Também existe um modo de suporte para buscar e abrir fazenda, o que só faz sentido se o sistema atende mais de uma operação e precisa de quem ajude de fora sem misturar contexto.

Se a rotina é “manda o login no grupo”, o desenho muda o hábito. Capataz, escritório e quem pesa no brete não deveriam compartilhar senha. Tema claro e escuro, recuperação de senha e verificação no cadastro existem. O produto de verdade começa quando a fazenda abre.

Mapa da fazenda: piquete, módulo e hectare útil

O sistema carrega mapa de verdade, não um print estático. Dá para desenhar polígono, editar vértice e manter o mapa clicável enquanto o painel lateral fica aberto. Rótulo no mapa é um cartão compacto: nome e área. Piquete e módulo têm etiqueta própria. Área aparece em hectare. Há diálogo para área utilizável, com resumo e modos de preenchimento. Isso importa porque o polígono do piquete quase nunca é 100% pasto. Cerca, sede, baixada e estrada comem hectare. Se o sistema só mede o desenho e ignora o útil, a lotação mente.

No mapa também entram lote e animal. Lote vira pino no pasto, com contagem de macho e fêmea (azul e rosa) e um modo compacto no zoom médio que mostra só o M/F. Há cadeado no pino. Painel do lote lista animais, deixa mover e projeta GMD (ganho médio diário), com estatística, gráfico e dica por data. Lotação tem painel e rótulo. Marcador de gado distingue macho e fêmea. Ação de mover animal fica fixa embaixo da lista, o tipo de detalhe de quem já tentou usar tablet no curral e perdeu o botão no scroll.

Se o piquete ainda vive como “retiro” na cabeça de uma pessoa, o mapa resolve o vocabulário: desenho, área e lote em cima. Não há, na superfície pública, integração com trator, drone ou satélite.

Sessão de brete: peso, brinco e separação na hora

O bloco mais denso da Fazall é o brete. Não é uma ficha cadastral bonita. É uma tela de trabalho para caber na sessão: peso, brinco, marca, UID, RFID e tatuagem na mesma área. Há painel de vacina, painel de medicamento (quantidade, preview, agrupamento) e painel de prenhez. Separação imediata aparece ao lado do gráfico, com grupo, cor, regra e badge no peso. A tabela da sessão fica abaixo da dobra: o operador registra na hora e só rola se precisar da lista.

Status de animal na sessão distingue encontrado e novo. Tem banner para continuar sessão, registros recentes e gráfico da pesagem. Venda pode nascer da sessão de brete, com total automático somente leitura. Isso é o contrário da planilha que alguém preenche de noite “de memória”. O dado deveria nascer quando o animal está no tronco.

Na lista do rebanho há foto, filtro, seleção em lote, edição em massa e ficha. Status visíveis na interface: ativo, morto, desaparecido, vendido e transferido. Genealogia aparece como pais do animal. Dá para importar planilha. Relatório tem preview, resumo por sexo, tabela e caixa para salvar. Financeiro existe como bloco próprio, com grade de resumo. O menu ainda reserva espaço para IoT e Finanças; parte dos módulos aparece como “em breve”. Não dá para afirmar sensor no campo, banco conectado ou preço. Dá para afirmar que o produto já pensa pecuária de ciclo (identificação, peso, vacina, prenhez, separação, venda) e não só um cadastro de fazenda.

O que a Fazall não é (e o que ainda não dá para prometer)

Não é um ERP fiscal de produtor rural. Nada na superfície pública fala de LCDPR, NF-e do produtor ou livro caixa. Não é um app de pulverização nem um marketplace de fazenda. Não há página de preço, plano ou “teste grátis” no domínio do app. Quem entra, entra por convite.

Também não dá para garantir, daqui de fora, fluxo offline no pasto. Existe indicador de sincronização na interface, mas isso não prova que o capataz trabalha sem internet o dia inteiro. Mapa e sessão de brete pesada pedem tela grande e rede estável o bastante para não perder a sessão. Se a sua sede cai a cada chuva, teste isso antes de aposentar o caderno.

Sem landing, a primeira impressão é login. Ruim para quem só pesquisa “software de pecuária”. Honesto para quem já foi convidado e precisa trabalhar. Compare com o que muita fazenda faz hoje:

  • Piquete no WhatsApp e lote no caderno do curral
  • Peso de brete em papel que ninguém digita
  • Venda numa planilha que não fala com o animal vendido
  • Vacina “a gente aplicou sim” sem sessão
  • Área do piquete chutada no “uns 40 hectares”

A Fazall ataca exatamente essa costura: mapa com hectare, lote com GMD, sessão de brete com identificação e um financeiro que nasce da venda. Se a sua dor é nota fiscal, folha ou pulverização, procure outra categoria. Se a dor é rebanho, pasto e curral no mesmo lugar, o teste começa no convite.

Quando vale criar conta e o que olhar no primeiro dia

Vale testar se mais de uma pessoa mexe no gado, se o piquete troca de lote e se a sessão de brete precisa virar número. Não vale se você quer um site para mostrar a fazenda.

No primeiro acesso, não cadastre mil animais na mão. Confirme o e-mail, aceite o convite, desenhe um piquete real, ajuste a área útil e coloque o lote. Veja se a projeção de GMD conversa com as pesagens que você já tem. Só então abra uma sessão curta: poucos animais, peso, brinco, uma vacina, uma separação. Se a tela do brete não caber na equipe, o resto do cadastro não salva a operação. Quem pesa não precisa do mesmo alcance de quem vende. Se todo mundo entrar como dono, você só digitalizou a bagunça.

A Fazall ocupou espaço no mapa do Os 27. Quem passou por lá também aparece no histórico. O mapa mostra quem pagou para ser visto. O produto, neste caso, só aparece de verdade depois do login. Abra o app, use o e-mail do convite e julgue a sessão de brete no curral, não a página de entrada.

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